Entidade máxima do futebol brasileiro questiona a permissividade com faltas duras e cobra critérios mais rígidos da comissão de arbitragem antes do início das oitavas de final.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) encaminhou uma representação formal à Comissão de Arbitragem da Fifa nesta quinta-feira. O documento apresenta uma queixa oficial contra o desempenho do quarteto de campo e dos operadores do VAR durante a partida entre Brasil e Escócia, válida pela última rodada da fase de grupos da Copa do Mundo de 2026.
Mesmo com a vitória brasileira por 3 a 0 no Hard Rock Stadium, a cúpula da entidade demonstrou forte insatisfação com a condução do jogo. O argumento principal do protesto baseia-se na falta de proteção à integridade física dos atletas. A CBF alega que a arbitragem foi excessivamente permissiva com o jogo violento e a sequência de faltas táticas duras cometidas pelos defensores escoceses, especialmente contra os atacantes Vini Jr. e Neymar.
Além do monitoramento disciplinar das faltas, a confederação questionou a falta de uniformidade nos critérios adotados pelo árbitro de vídeo em lances de possível penalidade e na distribuição de cartões amarelos. O objetivo do movimento de bastidores é pressionar a Fifa por uma escolha de perfis mais rigorosos de arbitragem para a fase de mata-mata, evitando que lances violentos passem sem a devida punição nas oitavas de final.
Destaques do Protesto:
- Reclamação Formal: O documento foi protocolado diretamente na sede da entidade internacional para registro na comissão técnica de arbitragem.
- Integridade em Pauta: A confederação destaca o risco corrido por atletas de destaque devido à falta de punições severas em campo.
- Foco no Mata-Mata: A ação visa garantir que os critérios de arbitragem sejam elevados e padronizados para as próximas fases eliminatórias.
