Relatórios de vigilância e depoimentos de funcionários de edifício no Rio reforçam acusações contra o ator; imagens mostram comportamento suspeito com menores.
Novas informações sobre o caso envolvendo o ator José Dumont revelam que o sistema de segurança do prédio onde ele residia, na Zona Sul do Rio de Janeiro, foi crucial para a investigação. Porteiros e a síndica do condomínio relataram à polícia que flagraram comportamentos inapropriados do artista através das câmeras de monitoramento, o que desencadeou o alerta sobre possíveis abusos contra menores.
O Flagrante: Funcionários do edifício prestaram depoimentos detalhando que as imagens do circuito interno de TV (CFTV) mostravam o ator em situações suspeitas em áreas comuns e no acesso ao seu apartamento. Os relatos indicam que Dumont frequentemente era visto acompanhado de crianças e adolescentes em horários e circunstâncias que chamaram a atenção da administração.
Ação da Síndica: Ao notar a recorrência do comportamento e as imagens gravadas, a síndica do prédio reuniu o material e colaborou diretamente com a Polícia Civil. A vigilância atenta dos porteiros foi descrita como fundamental para identificar as vítimas e o modus operandi do ator dentro das dependências do condomínio.
Provas Técnicas: Além dos depoimentos, as gravações foram anexadas ao inquérito. A perícia analisa agora a cronologia das entradas e saídas registradas pelas câmeras para cruzar com as datas dos abusos relatados pelas vítimas e os conteúdos encontrados nos dispositivos eletrônicos apreendidos na residência do artista.
Histórico do Caso: José Dumont, que já havia sido preso anteriormente por posse de material de abuso sexual infantil, enfrenta agora um cerco jurídico ainda maior com as novas evidências testemunhais e digitais que surgiram em março de 2026.
