Presidente do PT subiu o tom após decisão judicial, classificando a medida como perseguição política contra o filho do presidente.
A presidente nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), Gleisi Hoffmann, utilizou suas redes sociais nesta quinta-feira (26) para reagir duramente à notícia da quebra do sigilo bancário de Fábio Luís Lula da Silva, o “Lulinha”. A parlamentar associou a decisão a métodos da extinta Operação Lava Jato e afirmou que o movimento faz parte de uma tentativa de desestabilização do governo.
A Crítica: Gleisi afirmou que a medida é baseada em “ilações sem provas” e que o histórico de investigações contra a família de Lula demonstra um padrão de “lawfare” (uso do sistema jurídico para fins políticos). “É o retorno de métodos que o Brasil já repudiou. Foi golpe lá atrás e tentam repetir a receita agora”, disparou.
Contexto: A quebra de sigilo ocorre no âmbito de novas frentes de investigação que buscam esclarecer movimentações financeiras ligadas a empresas de consultoria. A defesa de Fábio Luís sempre negou irregularidades, afirmando que todas as atividades são lícitas e documentadas.
Articulação Política: Nos bastidores de Brasília, a declaração de Gleisi é vista como uma estratégia para blindar o presidente Lula de desgastes familiares e unificar a base aliada contra o que o partido chama de “ofensiva judicial ideológica”.
