Em cerimônia marcada por prestação de contas, o ministro da Justiça ressaltou o legado de eficiência deixado pelos conselheiros que encerram mandato no órgão de controle.
O ministro da Justiça e Segurança Pública destacou, nesta terça-feira (3), o alto nível técnico deixado pelos conselheiros que se despedem do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Durante a solenidade de posse dos novos membros, o ministro afirmou que o “principal desafio” dos sucessores será manter o ritmo de entregas estabelecido pelo desembargador José Edivaldo Rocha Rotondano (TJ-BA) e pela juíza Renata Gil. Ambos foram elogiados pela celeridade e pelo rigor na fiscalização do Judiciário brasileiro nos últimos anos.
Legado Baiano no CNJ
O desembargador José Rotondano, oriundo do Tribunal de Justiça da Bahia, encerra seu mandato com destaque para ações voltadas ao sistema prisional e à desburocratização de processos. Sua atuação foi classificada pelo ministro como “incansável”, servindo de referência para a magistratura nacional. A sucessão no conselho ocorre em um momento em que o CNJ busca intensificar a digitalização e a transparência dos tribunais estaduais.
Novos Rumos e Continuidade
Os novos conselheiros assumem com a missão de dar continuidade a projetos estratégicos de combate à corrupção e modernização do Judiciário. O ministro reforçou que a renovação é natural, mas que a “barra foi colocada muito alta” pelos antecessores. Renata Gil, ex-presidente da AMB, também foi lembrada pelo seu papel fundamental na defesa das prerrogativas da magistratura e no avanço de pautas sociais dentro do Conselho.
A cerimônia contou com a presença de altas autoridades do Judiciário, que reforçaram o compromisso com a autonomia do CNJ para garantir que a justiça chegue de forma mais rápida e eficiente ao cidadão comum.
