João Antônio Miranda Tello Gonçalves tirou a própria vida após assassinar a diretora Allane Pedrotti e a psicóloga Layse Pinheiro dentro da unidade Maracanã, no Rio de Janeiro.
O funcionário do Cefet (Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca) do Maracanã, no Rio de Janeiro, responsável por assassinar duas colegas de trabalho antes de cometer suicídio, estava afastado de suas atividades há 60 dias por problemas psiquiátricos. Identificado como João Antônio Miranda Tello Gonçalves, o servidor matou a diretora Allane Pedrotti e a psicóloga Layse Pinheiro. Segundo o portal G1, ele havia manifestado interesse em retornar ao setor em que Allane atuava, após o fim do seu afastamento.
O Ataque
O ataque ocorreu dentro da instituição, provocando desespero entre alunos e servidores. De acordo com relatos colhidos pela polícia:
- Primeira Vítima: João Antônio entrou na sala de Allane Pedrotti (diretora da Divisão de Acompanhamento e Desenvolvimento de Ensino – DIACE) e efetuou disparos à queima-roupa, atingindo-a na nuca e no ombro.
- Segunda Vítima: Em seguida, ele seguiu para outra sala e atirou contra Layse Pinheiro (psicóloga do Cefet), atingindo-a na cabeça e no abdômen.
- Suicídio: O servidor foi para uma terceira sala, onde cometeu suicídio, sendo encontrado morto ao lado de uma pistola Glock .380.
Histórico e Investigação
Colegas ressaltaram que João Antônio tinha relação profissional direta com as duas vítimas, especialmente com a diretora. Ele já havia ocupado um cargo de coordenador no Departamento de Ensino Médio e Técnico da instituição entre 2019 e 2020.
O caso está sob investigação da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), que busca analisar o histórico funcional do servidor, incluindo o período de afastamento por problemas psiquiátricos, para compreender os fatores que levaram ao trágico desfecho.
