A segunda classificação consecutiva para o torneio continental, após 35 anos, é um feito histórico que simboliza a mudança de patamar do clube, impulsionada pela SAF e pelo Grupo City.
A classificação do Bahia para a Libertadores pela segunda vez consecutiva (2025 e 2026) representa uma virada histórica e simbólica. O clube, que vivia um longo ciclo de instabilidade, campanhas irregulares e brigas contra o rebaixamento, rompe o antigo “ciclo da sobrevivência” e assume uma nova identidade. Com a vaga garantida, o que antes parecia um feito excepcional, hoje começa a ganhar contornos de normalidade, evidenciando uma mudança de patamar do Esquadrão no cenário nacional.
O Impacto da SAF e do Grupo City
O avanço do Bahia não é aleatório, sendo resultado direto da transformação em SAF e da gestão do Grupo City. A profissionalização, a maior capacidade financeira e o planejamento de longo prazo permitiram ao clube:
- Gestão e Estrutura: Deixar de operar no modo emergencial, fortalecendo departamentos e integrando tecnologia e análise de desempenho.
- Regularidade: A classificação em anos seguidos (2025 e 2026) — após participações esporádicas (1960, 1964 e 1989) — prova que o projeto é capaz de sustentar desempenho, e não apenas entregar resultados ocasionais.
Nova Identidade e Desafios Futuros
O impacto simbólico é gigantesco: o torcedor que cresceu vendo o Bahia lutar contra o rebaixamento agora assiste a um time que disputa espaço entre os melhores do país. O clube passa a ter expectativas plausíveis de competir no topo.
- Benefícios: A regularidade em competições internacionais atrai mais receitas, fortalece a marca e aumenta a capacidade de contratação de jogadores decisivos, como Everton Ribeiro.
- Alerta: A coluna conclui que, justamente por estar vivendo esse novo momento, o Bahia não pode se acomodar. A equipe deve continuar evoluindo, fortalecendo o elenco e consolidando seu projeto para, futuramente, transformar essas classificações em disputas reais por títulos, deixando de pensar apenas em sobreviver.
