Suspense “A Última Casa” amarga baixa aprovação no agregador Rotten Tomatoes devido a falhas no roteiro, mas lidera audiência da plataforma.
O recém-lançado suspense “A Última Casa”, estrelado pelo ator brasileiro Wagner Moura e pela atriz norte-americana Greta Lee, estreou na Netflix sob uma forte onda de rejeição. O longa-metragem de ficção científica foi duramente criticado pela imprensa especializada internacional e pelos espectadores, acumulando uma baixa taxa de aprovação no agregador de avaliações Rotten Tomatoes.
Na trama dirigida por Louis Leterrier, um casal e seus filhos ficam inexplicavelmente presos dentro da própria residência após uma força misteriosa bloquear todas as saídas. Veículos de destaque, como o Wall Street Journal e o Screen Rant, apontaram problemas graves na condução da história. As críticas destacam diálogos artificiais, ritmo confuso e a falta de um motivo ou vilão evidente para o sofrimento imposto à família, levando parte do público a classificar o desenrolar da obra como decepcionante.
Curiosamente, a enxurrada de críticas negativas não impediu o avanço comercial da produção. Em sua primeira semana, “A Última Casa” assumiu a liderança do Top 10 Global da Netflix, registrando mais de 27 milhões de visualizações. Apesar dos defeitos técnicos do filme, a atuação de Wagner Moura foi um dos poucos pontos elogiados pelos analistas gringos, que destacaram o carisma do brasileiro como a âncora que torna o confinamento tolerável na tela.
Destaques do Caso:
- Recepção Negativa: Suspense amarga menos de 30% de avaliações positivas no site Rotten Tomatoes.
- Alvo das Críticas: Falta de respostas no roteiro, ritmo arrastado e ausência de um antagonista claro desagradaram público e especialistas.
- Sucesso de Público: Mesmo “detonado”, o longa alcançou o primeiro lugar global de audiência na Netflix em sua semana de estreia.
