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Luiz Caetano manifestou forte apoio público ao senador Jaques Wagner (PT-BA) após os desdobramentos da nona fase da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal. O líder político baiano criticou de forma contundente os mandados de busca e apreensão direcionados ao núcleo familiar do senador, indicando que a ofensiva carece de fundamentação puramente técnica e carrega nítida motivação política.
De acordo com Caetano, a investida policial configura uma estratégia coordenada por setores de oposição com o objetivo deliberado de desestabilizar a liderança de Wagner e, consequentemente, tentar fragilizar a representatividade e a força política do estado da Bahia no cenário nacional. Ele defendeu veementemente a integridade e a trajetória pública do senador, que atualmente ocupa a liderança do governo federal no Senado.
A manifestação de Caetano insere-se em um movimento de articulação da base aliada e de correligionários do Partido dos Trabalhadores no estado, que buscam blindar a imagem do parlamentar em meio às investigações sobre supostos repasses financeiros de executivos ligados ao Banco Master. O grupo governista reforçou a confiança na retidão de Wagner e a expectativa de que os fatos sejam esclarecidos com brevidade.
Destaques da Manifestação:
- Apontamento de Viés: Caetano associou a operação da PF a interesses eleitorais e políticos externos que visam desgastar a esquerda na Bahia.
- Tese de Fragilização: O aliado declarou que a ação ataca não apenas o senador, mas tenta diminuir a influência do estado nas decisões nacionais.
- Blindagem da Base: Integrantes do partido intensificaram notas e discursos de solidariedade para conter os impactos dos vazamentos e investigações.
