Entidade máxima do futebol brasileiro mobiliza departamento médico e traça plano de contingência emergencial a poucas semanas da estreia na Copa do Mundo de 2026.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) acendeu o sinal de alerta máximo nos bastidores e adotou uma postura imediata de intervenção após o anúncio de que o atacante Neymar Jr. sofreu uma nova lesão muscular. Convocado pelo técnico Carlo Ancelotti para liderar a Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026, o camisa 10 voltou a se tornar uma grande preocupação para a comissão técnica e para a torcida às vésperas do início do Mundial.
Diante do cenário de incerteza, a diretoria da CBF e o coordenador técnico da Seleção determinaram o envio imediato do médico oficial da Amarelinha, Rodrigo Lasmar, para acompanhar pessoalmente os exames de imagem e o início do tratamento do atleta. A ordem interna é assumir o controle centralizado de todo o processo de transição física do jogador, garantindo que ele tenha à disposição os equipamentos de fisioterapia mais avançados e profissionais exclusivos para acelerar a cicatrização da lesão.
O principal objetivo da entidade é evitar o corte de Neymar da lista final dos 26 convocados, que já foi enviada à Fifa. Ancelotti e seus auxiliares consideram a presença do craque indispensável, não apenas pelo seu talento técnico incontestável dentro das quatro linhas, mas pelo papel de liderança e experiência que ele exerce sobre os jovens do elenco, como Vinicius Jr. e Rodrygo. O plano traçado prevê um cronograma intensivo de recuperação em três turnos diários na Granja Comary.
A postura firme da CBF também visa blindar o jogador e a Seleção da enxurrada de críticas vindas de parte da imprensa esportiva e de torcedores, que já questionavam a presença do atleta devido ao seu histórico recente de inatividade. Caso os exames apontem uma gravidade maior do que a esperada e o tempo de recuperação ultrapasse a data de estreia contra Marrocos, a comissão técnica precisará avaliar um nome substituto na lista de suplentes, decisão que a CBF tenta evitar a todo custo.
